
8.7.09
BANDAGE OR BONDAGE?

7.7.09
A VIDA É CHEIA DE TÍTULOS REPETIDOS
desde que 'som e fúria' (a nova minissérie da globo) foi anunciada na tv, não paro de pensar numa pauta que o variedades, do jt, faria na época em que trabalhei lá: nomes de programas/peças e afins com essa frase de macbeth. porque em 2000, a montagem de teatro que foi feita aqui no brasil do livro 'alta fidelidade', do nick hornby, ganhou o nome de 'a vida é cheia de som e fúria'. devem ter outras (precisa de pelo menos três pra render uma pauta, néammm?)6.7.09
CLICHÊ DAS 30 HORAS
(by nietzsche, roubada do facebook da isis).
POPDANCE. ON THE FLOOR. IN THE ROUND
demorei pra postar algo sobre o michael mesmo billie jean sendo uma das minhas músicas favoritas pra dançar. mas é que depois de 30 horas de parties maravilhosas, tenho de registrar que os djs daqui de londres têm remixado essa música com a batida eletrônica. e o resultado ficou incrível. e amanhã também é o velório dele, com preços carésimos... é o rei que não me sai da cabeça.
ah, em lisboa, onde os clubs não são bons, as frases nos jornais são ótimas. teve um crítico que escreveu, em caixa alta, no olho, o seguinte:
- "ele mudou a história da música. e com o tempo, mudou de cara também."
(não é incrível?)
5.7.09
ENJOY(ING) THE SILENCE
foi praticamente sem querer que assisti a esse filme ontem. não é novo. mas é ótimo.4.7.09
#TWITTEREADING

@biawabramo: um de trabalho, hello, hello brazil (bryan mccann); reli raízes do brasil, que acho um dos melhores livros ever. ainda: o trato dos viventes (alencastro) e asfalto selvagem (nelson rodrigues)
@yoneshima: tudo se ilumina, do jonathan safran foer.
@mateusmcb: http://tinyurl.com/dyssa2 e http://tinyurl.com/njrgpx, recomendo.
@gfelitti: “fahenreit 451″, do ray bradbury, e “o cobrador”, do rubem fonseca.
@piratejenny: li poucos lately, mas me apaixonei por desejo e reparação, do ian st, e carta a d., do andre gorsz. carta a d. é na linha de “oq é o amor pra vc, hj”. vale a pena. vc vai publicar as sugestões?
@cademarcelo: “a resistência ” do ernesto sábato à beira de completar 100 anos ele escreveu algumas cartas para o mundo.
@amarilislage: revolutionary road (richard yates)
@marildinha: henry miller, trópico de câncer.
@thiago_kazu: the road, do cormac mccarthy. quem não chora lendo é porque não tem mais coração no peito.
@vbranchine: “o jogo da amarelinha”, de julio cortazar… muito intrincado e louco… um livro pra poucos…
@m_cello: um dos melhores livros que li foi dois irmãos do milton hatoum.
@elderc: reparação, do ian mcewan. 30 vezes melhor que o filme!
@obliziner: divina comédia (tá é clássico, não sei se conta), cem anos de solidão e tou lendo um bestseller que tou gostando, as benevolentes
@sabrinatr: “leite derramado” chico buarque, “o mundo de sofia” jostein gaarder e “minhas queridas” clarice lispector.
@goyogarcia: já tem um tempinho que li, mas gostei muito do baudolino, do umberto eco
@isabelamena: ‘de verdade’, sandor marai e ‘aventuras de um coração selvagem’, william boyd.
@caroltypes: elogio da madrasta
@ludalima: “norwegian wood”, de haruki murakami. “the catcher in the rye”, de j.d salinger. “as meninas”, de lygia fagundes telles. ;-]
@dudagueiros: vale quadrinhos? shortcomings do adrian tomine. quadrinho menininha!
@lusenalto: a gente se acostuma aos fins do mundo – martin page (acho que é essa a tradução) #melhoreslivros
@rlevino: indignação, philip roth. cine privè, antonio carlos viana. lamentablemente estamos bien, leila macor. entre rinhas de cachorros e porcos abatidos, ana paula maia.
@paprikabr: assim, de cabeça, persépolis
@rbressane: hahahah eu, desde 1970 – nasci quase de 10 meses! aproveitando, pro teu quiz: o livro do ano é o pornopopéia do reinaldo moraes
@mpadrao: defina últimos tempos. o último que eu li que mereça menção honrosa é “admirável mundo novo”, de aldous huxley. mas faz anos. se quadrinhos valer, “a nova fronteira”, de darwyn cooke e dave stewart http://migre.me/30ud. e tô lendo ulisses, mas vai demorar séculos pra eu terminar, e por conseguinte, ter uma opinião conclusiva.
@brizam: extremamente alto & incrivelmente perto, fuja logo e demore para voltar, estranho caso do cachorro morto e o amante
@renmero: jihad, do ahmed rashid – the road, do cormac mccarthy e buceta, do @biajoni.
@thiagopethit: “a seguinte história” – cees nooteboom
@fabiobianchini: imagino que a resposta “o falcão maltês e a biografia da creation” não vá te ajudar muito, né?
@rebiscoito: “por que os homens não cortam as unhas dos pés?” da stella florence.
@inagaki: “bartleby e companhia”, do enrique vila-matas, e “o livro amarelo do terminal”, da vanessa barbara.
@bamp: que li e gostei mesmo e lembrei de primeira, foi mordidas sonoras do alex kapranos
@violabafile: dicas úteis para uma vida fútil – textos de mark twain!
@alekalko: the history of love, da nicole krauss. extremamente alto e incrivelmente perto”, jonathan safran foer. “the principles of uncertainty”, maira kalman
@pammmmm: hamlet e o filho do padeiro por augusto boal
@gtmacki: a invenção de morel, do bioy casares =)
@zenzi: tentando lembrar: “a sangue frio” truman capote, “palmeiras selvagens” william faulkner, “razão e sensibilidade” jane austen. vou lembrar + lembrei de um que amei, mas li faz tanto tempo que nem lembrava mais: “de veludo cotelê e jeans”, david sedaris.
TUNINHO DO TEMPO
I DON'T LIKE MONDAYS
3.7.09
UM BLOG NOVO, DE COISAS VELHAS
uma vez, porque terapeutas adoram analogias, ela me fez pensar em minhas memórias como aquela do computador. eu reclamava da falta, ela sugeriu limpar e eu despejei em páginas virtuais um monte de frases antigas, desconexas, sem pensar. queria mesmo era trocar de máquina, não funcionou isso de automatizar. não funciona é desumanizar. porque as memórias são parte grandiosa do melhor que há em mim. em vez de jogar fora, por que não arrumar? assim não vivo delas, mas à medida que construo outras, sei direitinho em que arquivo salvar.MOLE OU DURO?
ALICE IN CHAINS
essa musiquinha de alice foi composta por toda, e qualquer, batida presente no filme da disney. porque só depois de ler a edição comentada da garotinha no país das maravilhas é que eu entendi tudo.
*o título é só uma analogia a layne staley (e tantas drogas).
NO ELEVADOR
remi gaillard é um francês que gosta de surpreender o povo com suas ideias inglesas. normalmente ele programa uma ação, invade um espaço e monta sua obra. o vídeo acima é uma compilação de vários episódios que ele fez no elevador. dependendo do seu humor, pode ser engraçado. tem ainda uma loja de fantasias que ele destruiu. o povo aqui na europa nem pode ouvir o nome dele. tem pavor.
2.7.09
DELETA CHE TE FA BENE





