
ói que muderno: no now do this você digita seus compromissos e vai ticando ao longo do dia. não precisa se cadastrar, nem nada. é só clicar em edit list, botar a listinha e salvar. o problema, pra mim, é que é diário, ou seja, doesn't work at all...


no trabalho, você sempre disfarça. está deprimida, mas com cara de feliz. ninguém ali sabe que você experimentou dez calças (e nenhuma serviu) antes de vestir a stretch de sempre ou que sua barriga está enorme (e você usa blusas estrategicamente larguinhas) 


a exposição 'cartoon china contemporânea' fica em cartaz até o dia 31, na thomas cohn. e enquanto 12 obras das chinesinhas han yajuan, li li e wang ke estão lá, outras coisas sensacionais made in china podem ser vistas nesta galeria - inclusive a wang saiu dela.





o jornal inglês mail on sunday diz ter descoberto quem é o banksy: ex aluno de escola pública, nice middle-class boy... via desculpe a poeira, que colocou também o link de um flickr com grafites dele.
folheando a revista da livraria cultura, bati o olho na seção 'ler para ser' e encontrei uma foto do zeca, o melhor tatuador do mundo (que era da manu e virou meu, da isa, da ju, do fê e do riquinha). bem simpático, na área infantil da cultura e com um fone de ouvido sobre os ombros, ele respondeu...
///////////////////////////////// o tom é sempre cordial, quase carinhoso - o que talvez se deva ao sotaque mineiro. mas nessa última matéria, sua atenção para com o entrevistado foi ainda maior. e não foi só o tom, não, nem o carinho na voz.
artista decadente apela pra cada coisa que dá dó, muito dó. tem creuzilaine do tipo leila lopes que faz filme pornô e não sai da luciana gimenez. e tem do tipo luciene adami que contrata assessoria de imprensa pra mandar release sem sentido.
sexta-feira, aproveito para fazer um post nos 'minutos de fazer hora para o trânsito amainar'. faz umas três semanas que eu entro compulsivamente neste blog e quero guardar ele aqui. além das muitas imagens incríveis (como essa aí do lado), foi nele que achei o blog do jotabê. que faz questão de não figurar no rol dos que têm blog aqui no jornal. e tudo bem porque assim foi mais gostoso de encontrar. foi numa outra sexta-feira, aproveitando para navegar nos 'minutos de fazer hora para o trânsito amainar'...
a primeira vez que ouvi falar do alex atala foi no começo dos anos 2000. pouco depois, meu irmão luiz assistiu a um documentário sobre ele, falando das trips, tatuagens - do estilo de vida de certa forma outsider pra um chefe de cozinha de certa forma mainstream (ele já era dono do d.o.m.)