mal tinha ideia do que encontraria ali. sabia apenas, pela placa, que se tratava de um pedacinho do nordeste em são paulo. subimos. bebemos xiboquinha e água de coco. dançamos ao som de baião e morremos de rir no salão, onde as pessoas estampam nos passos uma única preocupação: ser feliz.
antes de sair, um texto ótimo me fisgou. era um ignácio de loyola brandão pregado na parede, que dizia: "no forró, deixe- se levar."
foto: eu em noronha, no balanço da vida.













































