11.5.12

MÃE NATUREZA



"¿Sabías que antes del siglo XVII las mujeres occidentales daban a luz en cuclillas, sentadas y de pie?

Esto cambió cuando el rey Luis XIV de Francia dispuso que, para poder él presenciar el nacimiento de sus hijos, sus mujeres debían dar a luz acostadas. Aunque esa postura hace más difícil y doloroso el parto, pronto se generalizó, y los médicos franceses tuvieron que inventar los fórceps para evitar algunas de sus consecuencias. En poco tiempo se multiplicaron los instrumentos obstétricos, y se llegó a creer que el parto siempre era una urgencia que exigía atención médica para que fuera sin complicaciones."



Roubei do FB de uma amiga a imagem e a explicação acima, postadas, originalmente, pela ONG I Can de Porto Rico. Confesso que sou um pouco iconófila, adoro imagens (e foram elas que, à primeira vista, me chamaram a atenção), mas tenho pensado muito em parto natural. Desde que reencontrei uma amiga da época do colégio. Ela daria à luz em alguns meses e tinha decidido que seria assim. E não teria como ser diferente, a vida dela já caminhava há anos nesse sentido, o do natural. Yoga, espiritualidade, Índia, auto-observação, disciplina, luz líquida. Assim nasceu sua filha, perfeita, linda, com saúde. Naturalmente. Não, não é pra qualquer um, MESMO. Você tem que estar nesse caminho - que é o que eu sigo desde pouco antes de encontrá-la, mas, veja, alguns meses a menos de percurso fizeram muita diferença na minha percepção. Porque quando ela disse como seria o parto, fiquei temerosa - e se acontecesse alguma coisa? Longe do hospital, sem médico por perto... Não seria melhor optar pelo tradicional em algumas coisas? 


Três meses depois, eu entendo. Não só que, sim, ela optou pelo tradicional, se você entender que a tradição é o natural - os valores é que, infelizmente, foram  invertidos. E que também natural é dar à luz assim se toda sua prática te conduz a isso. A dela. A minha agora.


[em 2006 eu fiz uma matéria sobre parto natural e achei todas aquelas mães super bicho grilo, veja você...]



4 comentários:

thais disse...

Isa, que bonito! Tem entendo muito quando você fala que tem de estar num caminho. Acho que é uma coisa que vem de dentro mesmo, algo que pode ser seguido antes ou que muda quando você sente o bebê na barriga, aquela vidinha. Falo por mim. Acho a coisa mais linda e natural, tradicional, mas confesso que se penso nisso com seriedade, sinto um medo danado. Talvez porque não esteja planejando um pitoco agora também, tem isso. Uma bobagem minha. Mas é um medo pra ser vencido. Imagine que a Laura (sabe, né?) mudou dos Estados Unidos pra Ribeirão porque quer ter o segundo filho lá. E ela não encontrar médico nenhum que a encoraje a fazer natural. Não sei se ó medo que toma a cabeça até dos médicos, os problemas relacionados aos convênios ou a conveniência de poder marcar um parto e outro em duas ou três horas - uma questão de grana e agenda. Enfim, é triste você nem poder escolher por aquilo que era natural. Lembra da designer da Natura (esqueci o nome) que fez humanizado em mais de 30 horas, com doula e tudo? Beijos!

Amanda disse...

Olha só que coisa, eu te indiquei aquele texto sem ter lido esse... :) Depois respondo teu email!

Isabela Mena disse...

Caramba, Almond, tô chocada com a coincidência, nossa! :-))

Tha, depende mesmo da situação e muito do estilo de vida da pessoa. O importante é que todos os partos tragam bebês desejados e amados!

thais disse...

munita!