4.4.13

AMOR DE CORES, LÍQUIDOS



O título não faz nenhuma referência ao Bauman. E eu não poria a palavra amor ali não tivesse meu irmão, outro dia, ao me mostrar uns desenhos absurdamente lindos que ele vem fazendo, me falado que desenhar tem sido uma de suas formas de sentir e expressar amor. Temos conversado muito sobre um amor constitucional que, acreditamos, em certa medida nos falta. E ido atrás dele, cada qual à sua maneira.

Mas, sem que saibamos, essas maneiras às vezes são as mesmas. Não por acaso. E ainda bem. Porque, conscientemente, eu não sabia que minhas expressões artísticas (transformei minha casa num ateliê com tudo o que isso implica - bagunça, mancha de tinta, pedaço de linha e rascunhos pra sempre inacabados) podem ser um caminho de, como ele disse, expressar e sentir amor. Constitucional. Fundamental. Amor.


2 comentários:

Gabriela Galvão disse...

O que quer que isso seja...

(Eu não sei direito o que é amor. É conjunto de sentimentos? Eu identifico o meu assim -por pessoas-: a morte dessa pessoa faz diferença, pra mim? E não sei se cabe muito grau, aqui.
É mistério, pra mim. E nem imprescindível, eu sei se é...)

Antônio LaCarne disse...

isabela, tava com saudade de vir aqui visitar teu blog. na correria da falta de tempo. mas o melhor de tudo é saber que o blog continua lindo e inspirador.