10.7.13

DRAMATIS PERSONAE


"Podia ser só por tanto que eu admiro o quanto ele sabe de tudo nessa vida que me interessa saber (mesmo quando eu só fique sabendo da existência da coisa quando ele me conta)",

escrevi, já faz tempo. E deletei do texto por não achar que encaixasse esteticamente nele, sabendo que o sentido estava de qualquer forma lá, diluído noutras palavras, noutras construções. O sentido é sempre esse.

Mesmo que mude o sujeito da minha adoração. E que nesse novo se insira desejo físico (que aqui não há perversão, não aqui).

Mas nada disso é possível. O amor é pessoal e intransferível. Principalmente o próprio.

[trying to turn electra upside down with no success whatsoever]

Ilustra daqui

Nenhum comentário: